Notícia: Caixa de Assistência dá novo impulso à campanha “Doação que Salva Vidas”

Quarta-Feira, 16 de Novembro de 2016

Caixa de Assistência dá novo impulso à campanha “Doação que Salva Vidas”

A Caixa de Assistência dos Advogados de São Paulo deflagrou  em outubro de 2012 a campanha “Doação que Salva Vidas”, que se reforça a cada ano no “Dia Nacional do Doador de Sangue”, comemorado em 25 de novembro. O objetivo da CAASP é mobilizar a advocacia em torno de uma ação de inigualável caráter humanitário e resultados práticos imediatos em favor da saúde da população: doar sangue.

Dados da Organização Mundial de Saúde revelam que apenas 1,9% dos brasileiros costumam doar sangue, enquanto o percentual de doadores entre a população mundial varia de 3% a 5%. O sangue doado é vital para pessoas com perda sanguínea atendidas nos setores de emergência dos hospitais, pacientes que sofrem de doenças hematológicas e transplantados.

A iniciativa da CAASP, em parceria com o Hemocentro da Santa Casa de São Paulo, tem potencial para aumentar o número dos chamados “doadores de repetição” - aqueles que doam sangue regularmente - em relação aos “doadores de reposição”, que se dirigem aos bancos de sangue apenas quando algum amigo ou membro da família encontra-se necessitado.

A campanha “Doação que Salva Vidas” envolve diversas operações de divulgação. A CAASP concitará os advogados por meio dos seus veículos de comunicação (portal www.caasp.org.br, Jornal do Advogado, Revista da CAASP, newsletter CAASP Informa e programa TV CAASP). Para participar, basta se dirigir a um dos hemocentros listados AQUI.

Não são aceitas como doadoras pessoas com febre ou emagrecimento acentuado sem causa definida, indivíduos com gânglios pelo corpo sem causa aparente, indivíduos com diarrreia prolongada, portadores de vírus HIV ou causadores de hepatites, pessoas que mantiveram relação sexual com outras desconhecidas ou com parceiros ocasionais no último ano, indivíduos que sejam ou tenham sido usuários de drogas injetáveis, usuários de cocaína por via nasal ou crack, pessoas que mantiveram relação sexual com parceiro com alguma das características acima, indivíduos que contraíram malária ou visitaram área de risco dessa doença há menos de 12 meses.


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